"Deus me dê serenidade para aceitar as coisas que não posso
mudar, coragem para mudar o que puder,
e sabedoria, para distinguir
uma coisa da outra."
Autor: Crh.F.Octinger ( 1702 -1782 )
sábado, 31 de dezembro de 2011
Encerramento do ANO 2011
Autor desconhecido,"Bilete escrito a maquina (o original é em ingles )
exposto na parede do escritório de um orfanato das " Missionarias da
Caridade " em Calcutá )
O texto:
" O que é a vida "
A vida e uma oportunidade - Usea
A vida é beleza - Adimire-a
A vida é prazer - Goze-o
A vida e um sonho - Concretize-o
A vida é um desafio - Aceite-o
A vida é um dever - Cumpra-o
A vida é uma viagem - Finalize-a
A vida é um jogo - Jogue-o
A vida é cara - Valorize-a
A vida é uma riqueza- Proteje-a
A vida é um amor - Prove-o
A vida é um mistério- Desvende-o
A vida é uma promessa- Cobre-a
A vida é um sofrimento - Domine-o
A vida é uma canção - Cante-a
A vida é uma luta - Enfrente-a
A vida é uma tragédia- Contenha-se
A vida é uma aventura - Ouse
A vida é viver - Viva
A vida é felicidade - Crie-a
Por favor, não a desperdice, ela é valiosa. "
Autor desconhecido. Vale a pena refeltir, no fechar das
portas de 2011, viva o HOJE , não sabemoscomo seré ou se
teremos o amanhã, que só a Deus pertence.
Gil
exposto na parede do escritório de um orfanato das " Missionarias da
Caridade " em Calcutá )
O texto:
" O que é a vida "
A vida e uma oportunidade - Usea
A vida é beleza - Adimire-a
A vida é prazer - Goze-o
A vida e um sonho - Concretize-o
A vida é um desafio - Aceite-o
A vida é um dever - Cumpra-o
A vida é uma viagem - Finalize-a
A vida é um jogo - Jogue-o
A vida é cara - Valorize-a
A vida é uma riqueza- Proteje-a
A vida é um amor - Prove-o
A vida é um mistério- Desvende-o
A vida é uma promessa- Cobre-a
A vida é um sofrimento - Domine-o
A vida é uma canção - Cante-a
A vida é uma luta - Enfrente-a
A vida é uma tragédia- Contenha-se
A vida é uma aventura - Ouse
A vida é viver - Viva
A vida é felicidade - Crie-a
Por favor, não a desperdice, ela é valiosa. "
Autor desconhecido. Vale a pena refeltir, no fechar das
portas de 2011, viva o HOJE , não sabemoscomo seré ou se
teremos o amanhã, que só a Deus pertence.
Gil
domingo, 18 de dezembro de 2011
Saudade
Em homenagem, embora que ausente do espaço fisico, entendo que estarás
no mundo espiritual, e poderas ler e sentir minha mensagem de Natal,
segundo apos sua partida, com carinho extensivo de todos que o amaram...
SAUDADE
Saudade, vazio qual poço seco
Entranhas d’alma em busca
Retiro do que se foi, beco
Grito, no espaço, sem eco
Infinita dor incontida
Onde só, imagem perdida
Retira do físico, parte
Inda não compreendida,
Como, vento que passa devassa
Arranca de solo fértil qual arte
Razão não compreendida, só, tão só
Deus única forma e guarida dá
Onde estas, ao Senhor imploro
Graças a ti, Oh espirito filho
Una no espaço, laços d’amor
Indo na senda da Luz
Máxima, tão dita quando por aqui
Andastes, em tua pequena vida....
Gil , Vitoria 21.06.2010- Fragmentos d’alma
no mundo espiritual, e poderas ler e sentir minha mensagem de Natal,
segundo apos sua partida, com carinho extensivo de todos que o amaram...
SAUDADE
Saudade, vazio qual poço seco
Entranhas d’alma em busca
Retiro do que se foi, beco
Grito, no espaço, sem eco
Infinita dor incontida
Onde só, imagem perdida
Retira do físico, parte
Inda não compreendida,
Como, vento que passa devassa
Arranca de solo fértil qual arte
Razão não compreendida, só, tão só
Deus única forma e guarida dá
Onde estas, ao Senhor imploro
Graças a ti, Oh espirito filho
Una no espaço, laços d’amor
Indo na senda da Luz
Máxima, tão dita quando por aqui
Andastes, em tua pequena vida....
Gil , Vitoria 21.06.2010- Fragmentos d’alma
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Mensagem sobre POSSUIR
A mensagem abaixo, por entender oportuna nesta epoca de correr para
o constante possuir de bens materias, recebida pelo site " Logosofia "
do qual faço parte, esta abaixo em sua integra.
Seria a vida um constante possuir?
Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)
No homem existiu sempre, por lei natural, a inclinação para a posse; possuir uma coisa constituiu-se em todas as épocas um prazer, experimentado desde o momento em que se pensou na posse até seu alcance. Isto, naturalmente, dá um conteúdo à vida durante todo o tempo em que se mantém vivo o pensamento da posse; se está sob uma sensação agradável, que chega a presidir a vigília e até o sono, sobretudo quando se produz a aproximação do desejado. Observe-se como, enquanto dura e se realiza a aspiração, o ser vive feliz com tal perspectiva.
Sendo que a vida humana é um constante possuir, a maioria ignora, não obstante, como é possível cumprir este desígnio sem que cada posse, em vez de dar felicidade, produza tormento e aflição. Há que criar, para isso, a capacidade de posse. Há que saber o que se quer possuir, e saber, também, se tal posse haverá de identificar-se com a vida e será elemento fértil para o cultivo de futuras prerrogativas. Deve-se possuir, então, aquilo que brinde felicidade com projeções ao eterno, para que esta não seja efêmera. Esta verdade, que é uma lei que abre muitos princípios, que toca todas as ideias deve ser para cada um o sol que ilumine os dias da existência.
O conhecimento é uma das posses a que mais deve aspirar o ser humano
Muitas vezes se tem visto as pessoas sentirem felicidade enquanto buscavam por todas as partes do mundo a posse de um selo, a qual manteve viva nelas a ilusão de encontrá-lo; uma vez em suas mãos, e colocado em um álbum, este se fecha e acaba ali a posse. Tal fato constitui a própria negação da posse, porque toda coisa nova que se possua deve enriquecer, desde esse momento, o acervo pessoal e tudo quanto forme a própria vida, aumentando a felicidade, a alegria e oferecendo uma nova possibilidade.
Eis aí, pois, como o homem pode traçar para si uma norma de conduta, procurando na posse de algo que lhe embeleze a vida ou lhe dê conteúdo, o vigor do qual tanto necessita a alma nos momentos difíceis e que tão somente lhe pode dar a felicidade sabiamente experimentada e vivida, e a alegria e a confiança no que possui. Não é olhando para aqui e para lá, a fim de dizer "Isto me agrada, e isso também, e aquilo e mais aquilo”, como se poderia encontrar prazer para muitos dias, senão que esse prazer há de achar-se na segurança de sentir-se dono do que já se possui e em saber que ainda se pode chegar a possuir muito mais, com inteligência e bom juízo.
É necessário dar à vida um conteúdo, e este pode ser aumentado em seu volume pela qualidade das posses a que se aspire e pelo número obtido delas. O conhecimento é uma das posses a que mais deve aspirar o ser humano, visto que a posse do conhecimento facilita a posse de tudo mais. Então, ainda que em um determinado momento se perca integralmente o material, se conservarão intactas as posses espirituais. O material poderá ser reconstruído, poderá ser novamente possuído; mas nunca caia o homem na aberração da conquista material exclusiva, pois lhe faria perder o patrimônio do espírito, de essência eterna.
Trechos extraídos do livro Introdução ao Conhecimento Logosófico, p. 184
o constante possuir de bens materias, recebida pelo site " Logosofia "
do qual faço parte, esta abaixo em sua integra.
Seria a vida um constante possuir?
Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)
No homem existiu sempre, por lei natural, a inclinação para a posse; possuir uma coisa constituiu-se em todas as épocas um prazer, experimentado desde o momento em que se pensou na posse até seu alcance. Isto, naturalmente, dá um conteúdo à vida durante todo o tempo em que se mantém vivo o pensamento da posse; se está sob uma sensação agradável, que chega a presidir a vigília e até o sono, sobretudo quando se produz a aproximação do desejado. Observe-se como, enquanto dura e se realiza a aspiração, o ser vive feliz com tal perspectiva.
Sendo que a vida humana é um constante possuir, a maioria ignora, não obstante, como é possível cumprir este desígnio sem que cada posse, em vez de dar felicidade, produza tormento e aflição. Há que criar, para isso, a capacidade de posse. Há que saber o que se quer possuir, e saber, também, se tal posse haverá de identificar-se com a vida e será elemento fértil para o cultivo de futuras prerrogativas. Deve-se possuir, então, aquilo que brinde felicidade com projeções ao eterno, para que esta não seja efêmera. Esta verdade, que é uma lei que abre muitos princípios, que toca todas as ideias deve ser para cada um o sol que ilumine os dias da existência.
O conhecimento é uma das posses a que mais deve aspirar o ser humano
Muitas vezes se tem visto as pessoas sentirem felicidade enquanto buscavam por todas as partes do mundo a posse de um selo, a qual manteve viva nelas a ilusão de encontrá-lo; uma vez em suas mãos, e colocado em um álbum, este se fecha e acaba ali a posse. Tal fato constitui a própria negação da posse, porque toda coisa nova que se possua deve enriquecer, desde esse momento, o acervo pessoal e tudo quanto forme a própria vida, aumentando a felicidade, a alegria e oferecendo uma nova possibilidade.
Eis aí, pois, como o homem pode traçar para si uma norma de conduta, procurando na posse de algo que lhe embeleze a vida ou lhe dê conteúdo, o vigor do qual tanto necessita a alma nos momentos difíceis e que tão somente lhe pode dar a felicidade sabiamente experimentada e vivida, e a alegria e a confiança no que possui. Não é olhando para aqui e para lá, a fim de dizer "Isto me agrada, e isso também, e aquilo e mais aquilo”, como se poderia encontrar prazer para muitos dias, senão que esse prazer há de achar-se na segurança de sentir-se dono do que já se possui e em saber que ainda se pode chegar a possuir muito mais, com inteligência e bom juízo.
É necessário dar à vida um conteúdo, e este pode ser aumentado em seu volume pela qualidade das posses a que se aspire e pelo número obtido delas. O conhecimento é uma das posses a que mais deve aspirar o ser humano, visto que a posse do conhecimento facilita a posse de tudo mais. Então, ainda que em um determinado momento se perca integralmente o material, se conservarão intactas as posses espirituais. O material poderá ser reconstruído, poderá ser novamente possuído; mas nunca caia o homem na aberração da conquista material exclusiva, pois lhe faria perder o patrimônio do espírito, de essência eterna.
Trechos extraídos do livro Introdução ao Conhecimento Logosófico, p. 184
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