sexta-feira, 7 de junho de 2013

Para refelxão


Ser paciente

É comum ouvir-se dizer que alguém perdeu a paciência.

Sendo a paciência uma virtude, parece estranha a idéia de que possa ser perdida.

Virtudes são conquistas do espírito, que as incorpora em seu modo de ser.

Não se trata de algo exterior, que o homem encontra e vê desaparecer sucessivas vezes.

Quem desenvolve uma virtude passa a ser melhor em determinado aspecto de sua vida imortal.

É possível perder-se apenas o que se possui, mas não o que se é.

Se uma característica nobre foi assimilada por alguém, ela não pode ser perdida.

A criatura genuinamente honesta jamais extravia a própria honestidade.

A pessoa bondosa não é privada repentinamente de sua bondade.

Assim, quando alguém afirma que perdeu a paciência é porque nunca chegou a ser verdadeiramente paciente.

Isso não significa que as virtudes surjam de um momento para o outro.

Elas devem ser paulatinamente elaboradas no íntimo do ser.

No longo processo de aquisição da nobreza interior, trava-se uma autêntica batalha entre os vícios e as virtudes.

É comum que certas quedas ocorram, pois se trata de um processo de transição.

Mas a verdade é que, enquanto a criatura titubeia entre atos nobres e mesquinhos, ela ainda está lutando contra si mesma.

Virtudes não são propriedade de um determinado espírito, pois compõem a sua própria essência.

Tanto é assim que habitualmente se fala que alguém é bondoso, e não que possui bondade.

Enquanto estamos com dificuldade para tolerar certas pessoas ou situações, ainda não somos pacientes.

No máximo, estamos lutando para incorporar essa virtude.

Afinal, é fácil conviver pacificamente com quem pensa igual a nós, ou suportar pequenos inconvenientes.

O teste para nossa fibra moral é suportar com serenidade grandes contrariedades ou provocações.

A verdadeira paciência é sempre exteriorização da alma que já realizou muito amor em si mesma.

Plena de amor, ela distribui os tesouros de seu afeto aos que a rodeiam, mediante a exemplificação.

A alma paciente já consegue considerar todas as criaturas como irmãs, em quaisquer circunstâncias.

Se necessário, ela esclarece a ignorância, mas sempre de modo fraterno.

Paciência é a tolerância esclarecida que revela a iluminação do ser que a manifesta.

Trata-se de uma conquista sublime, somente alcançada a custo de disciplina e esforço.

Para ser paciente é preciso domar os próprios impulsos inferiores.

Quem pretende ser tolerante deve cessar de ver problemas nos elementos externos, sejam pessoas ou circunstâncias.

Precisa compreender que todo o mal que atinge a criatura em evolução vem dela própria, de seu interior carente de renovação.

Quem percebe as suas seqüelas morais, sem disfarces ou desculpas, naturalmente tende a olhar o próximo com tolerância.

Mas não basta apenas perceber os próprios problemas.

É necessário corrigi-los, com a adoção de novos padrões de comportamento.

A disciplina antecede a espontaneidade.

Transformar vícios em virtudes pressupõe disciplina e determinação.

Assim, para ser paciente é preciso esforço em tolerar as dificuldades e os defeitos alheios.

Mas também é indispensável trabalho concentrado para vencer os próprios vícios.

Pense nisso.
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base na questão 254 do livro ‘O Consolador’, do Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

TU ME CHAMAS

    


     TU ME chamas


     Mestre     e  não Me  obedeces,


     Luz  e não Me vês,

     Caminho e não Me segues,

     Vida e não Me desejas,

     Sábio e não Me escutas,

     Amável  e não Me amas,

     Rico e não Me invocas,

     Eterno e não Me buscas,

     Justo e em Mim não confias,

     Nobre  e não Me serves,

     Senhor e não Me adoras,

     Se Eu te condenar, não Me culpes !


     ( Texto inscrito num vitral da Catedral de Lubeck, Alemanha. )

     Tirado do livro Arautos do Evangelho pag. XV.


     Gil ,



     30.05.2013

     


O evangelho



O Evangelho, segundo :  " Carta aos Coríntios "




Segunda leitura: 1 Coríntios 11, 23-26
Leitura da primeira carta de São Paulo aos Coríntios:

Irmãos: 23O que eu recebi do Senhor foi isso que eu vos transmiti: Na noite em que foi entregue, o Senhor Jesus tomou o pão 24e, depois de dar graças, partiu-o e disse: 'Isto é o meu corpo que é dado por vós. Fazei isto em minha memória'. 25Do mesmo modo, depois da ceia, tomou também o cálice e disse: 'Este cálice é a nova aliança, em meu sangue. Todas as vezes que dele beberdes, fazei-o em memória de mim'. 26Todas as vezes, de fato, que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, estareis proclamando a morte do Senhor, até que ele venha.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus
 
 
   Gil,  30.5.2013
 

domingo, 26 de maio de 2013

Salve Rainha, em latim



  SALVE REGINA


  Salve , Regína, mater misericórdiae; vita dulcédo et spes nostra

 salve.  Ad te clamámus, éxsules, fílii Evae. Ad te suspirámos,

geméntes et flentes in hac lacrimárum valle.  Eia  ergo, advocáta

nostra, illos tuos misericórdes óculos ad nos convérte.

Et Iesum benedíctum fructum ventris tui, nobis post hoc

exsílium osténde:  O clemens, o pia, o dulcis Virgo Maria !




Que Deus nos ilumine, nos acolha em toda sua Misericordia.


Gil
26/05/2013

Carta de São Paulo aos Romanos


Para reflexão, que cabe bem em nosso dia.......neste mundo  conturbado.


Irmãos: Justificados pela fé , estamso em paz com Deus, pela mediação
do Senhor nosso, Jesus Cristo. Por ele tivemos acesso, pela fé , a esta
graça, na qual estamos firmes e nos gloriamos, na esperança da glória de
Deus. E não só isso, pois nos gloriamos também de nossas tribulações
sabendo que a tribulação gera constância, a constância leva a uma virtude
provada, a virtude provada desabrocha em esperança; e a esperança não
decepciona, porque  o amor de Deus foi derramado em nossos corações
pelo Espirito Santo que nos foi dado.

Verbum Dómini, Deo grátias.

Por não pensamos como a aguia que em busca de alimento ao
topo dos espaço se lança, portanto vamos nos lançar
ao topo de nossas mentes, em busca da unica verdade
A busca de DEUS EM NOSSO SEIO..................


Pax Dómini sit semper vobiscum

Gil
 26/05/2013




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sexta-feira, 29 de março de 2013

Santo....





        Santo Filho do Criador, Deus Pai, humilhado e crucificado, naquela e em tantas

        datas, dias , ainda hoje, pela ganância humna, pelo ódio, incompreenção, falta

        de senso pelo simples e belo que na Cruz, deu ao mundo, para a crença da

        humanidade, em ver na  "morte ", a redenção dos pecados, na compaixão

        a necessidade de voltarmos aos Teus olhos, a realidade da nossa existência.



        Vida um passo, um sopro de luz divina , um caminho guiado por estrelas

        no espaço infinito em princípios, mas em via de regra mal entendida,

        na magnitude dos princípios, simples e divinos........


         Lembranças.....

         Pequeno,  simples como a vida, sem riqueza material, roupa, quase nú,

         pouca, quase nenhuma, tinha tudo e nada tinha, tinha um mar verde todo

         meu, do raiar ao por do sol, em lindas areias de praias brancas em um tempo de

         infância, tão longe, passado, distante em minha querida terra natal.....

        


           Gil/ 28/3 2013

VIDA.......


                                         Vida, elo tênue, frágil, qual  silvestre caule que ao vento se dobra,

em respeito a Mãe natureza, que não impõe, mas, nos mostra sua magia......

Vida, que tão pouco valorizamos, que não a sentimos em toda sua nobreza, como

deveríamos, não nela vivemos em toda sua amplitude e simplicidade, mas que,

lamentamos quando nos falta, em seus princípios angelicos de ver, ouvir, falar e pensar.

Vida dádiva do criador a nós dada para podermos desfruta-la em toda sua grandeza,

e amplitude da visão humana e da visão espiritual, em quantas...quantas são as

vezes que coisas simples e grandes são de lado deixadas pela visão da ganância,

pela busca do estrito elo objeto material, como se fosse o fim e meio único.

Vida simples pelo criador dada e pelo humano tão abondonada em sua

essência, na mais pura base,  tão lamentada quando o cerne de sua  realidade

nos falta......Deus......

Gil/ Mar.2013