Face , terra seca, doce, lânguida, áspera, espelho d’alma.
Com sulcos , quais pequenas calhas de igarapés,
que refletem as entranhas de todo qualquer ser.
Na dor ou na embriagues das alegrias, fúteis ou não,
justas ou injustas, que apenas e tão somente,
no mais escondido dos labirintos,
dos sentimentos, vertem lágrimas.
Lágrimas por passados, por sentimentos dos mais diversos matizes,
são as mais simples
e solitárias expressões de explosões contidas.
Lágrimas, nobre das nobres, incontidas e tantas vezes, incompreendidas.........
Gil/ Vitoria/ maio/2010
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