domingo, 22 de abril de 2012

HÁBITO


Habito.



O Habito é uma esteira de reflexos mentais acumulados, operando constante

 indução à rotina.

Herdeiros   de milênios, gastos na recapitulação  de muitas experiências

Análogas  entre si, vivemos  até agora, quase que à maneira de embarcações

ao  gosto da correnteza no rio de hábitos aos quais nos ajustamos sem

resistência.

Com naturais exceções, todos adquirimos o costume de consumir  os

pensamentos alheios pela reflexão  automática, e, sem razão disto,

exageramos  as nossas necessidades, apartando-nos da simplicidade

com  que nos seria fácil  erguer uma vida  melhor, e formamos em

torno delas todo um sistema  defensivo à base de crueldade, com

a qual ferimos o próximo , dilacerando  consequentemente a nós

mesmos.

Estruturamos, assim, complicado mecanismo de cautela  e

desconfiança ,  para além  da justa  preservação , retendo ,

apaixonadamente, o instinto da posse e, com o instinto da posse

criamos os reflexos do egoísmo e do orgulho, da vaidade e do medo,

com que tentamos inutilmente fugir às Leis Divinas, caminhado na

maioria da circunstâncias,  como operários distraídos  e infiéis que

desertassem  da máquina preciosa em que devem servir gloriosamente,

para cair, sufocados  ou  inquietos ,nas engrenagens que lhes  são

próprias.

Nesse círculo vicioso, vive a criatura humana, de modo geral, sob o

domínio da ignorância  acalentada , procurando enganar-se depois

do berço, para desenganar-se  depois  do túmulo, aprisionada no

binômio  ilusão-desilusão, com que despende longos séculos, o  recomeçando a

senda  em que lhe cabe avançar.

Não será lícito, porém, de modo algum, desprezar a rotina construtiva  . É por ela

que  o ser se levanta no seio do espaço e do tempo, conquistando  os recursos que lhe

enobrecem a vida.

A evolução, contudo ,  impõe a instituição  de novos costumes, a fim de que  nos

desvencilhemos  das fórmulas inferiores, em marcha para os ciclos mais altos de

existência.

É por esse motivo que vemos no Cristo – divino marco da renovação humana [...]



Grifos nosso

Extraído de  A voz do Caminho

Nov/2011 nº 7 pag.01 Ed. Jose Antonio

Emmanuel Pensamento e vida ( Psicografia

de Francisco Cândido Xavier.)



Gil 22.04.2012-sp;





Habito.



O Habito é uma esteira de reflexos mentais acumulados, operando constante

 indução à rotina.

Herdeiros   de milênios, gastos na recapitulação  de muitas experiências

Análogas  entre si, vivemos  até agora, quase que à maneira de embarcações

ao  gosto da correnteza no rio de hábitos aos quais nos ajustamos sem

resistência.

Com naturais exceções, todos adquirimos o costume de consumir  os

pensamentos alheios pela reflexão  automática, e, sem razão disto,

exageramos  as nossas necessidades, apartando-nos da simplicidade

com  que nos seria fácil  erguer uma vida  melhor, e formamos em

torno delas todo um sistema  defensivo à base de crueldade, com

a qual ferimos o próximo , dilacerando  consequentemente a nós

mesmos.

Estruturamos, assim, complicado mecanismo de cautela  e

desconfiança ,  para além  da justa  preservação , retendo ,

apaixonadamente, o instinto da posse e, com o instinto da posse

criamos os reflexos do egoísmo e do orgulho, da vaidade e do medo,

com que tentamos inutilmente fugir às Leis Divinas, caminhado na

maioria da circunstâncias,  como operários distraídos  e infiéis que

desertassem  da máquina preciosa em que devem servir gloriosamente,

para cair, sufocados  ou  inquietos ,nas engrenagens que lhes  são

próprias.

Nesse círculo vicioso, vive a criatura humana, de modo geral, sob o

domínio da ignorância  acalentada , procurando enganar-se depois

do berço, para desenganar-se  depois  do túmulo, aprisionada no

binômio  ilusão-desilusão, com que despende longos séculos, o  recomeçando a

senda  em que lhe cabe avançar.

Não será lícito, porém, de modo algum, desprezar a rotina construtiva  . É por ela

que  o ser se levanta no seio do espaço e do tempo, conquistando  os recursos que lhe

enobrecem a vida.

A evolução, contudo ,  impõe a instituição  de novos costumes, a fim de que  nos

desvencilhemos  das fórmulas inferiores, em marcha para os ciclos mais altos de

existência.

É por esse motivo que vemos no Cristo – divino marco da renovação humana [...]



  (Grifos nosso )

Extraído de  A voz do Caminho

Nov/2011 nº 7 pag.01- Ed. Jose Antonio.

Emmanuel- Pensamento e vida ( Psicografia

de Francisco Cândido Xavier.)



Gil 22.04.2012-sp;




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